... ao sair de casa para a escola, numa manhã que até correu bem, o mais velho diz para o mais novo, numa vozinha delicada:
"- Muito bem, António. Hoje não choraste. Sabes porquê? Porque adormecemos à hora certa. Dormiste o suficiente."
Assim. Tal e qual. Ouvi-lo dizer isto é coisa para me dar um nó na boca do estômago. Raios. Aquilo que lhes dizemos não cai, afinal, em saco roto. Embora às vezes pareça que estamos a falar/gritar para uma porta blindada.
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