| Resultado das manhãs de férias passadas a ver televisão. Muito "Art Attack". Gosto. |
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Parabéns
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Mil milímetros
Resultado da consulta anual de Sr. António.
1000 milímetros...
100 centímetros...
10 decímetros...
1 metro...
... de gente.
1000 milímetros...
100 centímetros...
10 decímetros...
1 metro...
... de gente.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Síndrome Cuco Fora do Ninho
Temo padecer de um síndrome incapacitante que me tolhe os pensamentos, movimentos, ações e reações.
Uma mulher trá-los a este mundo. E torna-se mãe. Depois eles começam a ganhar asas. E voam. Vão voando. Devagarinho.
Começam a falar. Depois a andar. Depois começam a ler. Livros inteiros. E depois fazem somas e subtrações. E depois já conseguem contar o dinheiro que a fada dos dentes lhes deixou. Trezentos euros e cinquenta, mãe! Epá, a tua fada dos dentes é das boas! Não. São três euros e cinquenta cêntimos, Salvador. Pronto, ainda faz confusão com as centenas e os cêntimos. São palavras parecidas, né? E olha, ó mãe, o dinheiro que os teus óculos novos custam, não cabe na mão, pois não? Depende, filho, depende. Trezentas moedas de euro não cabem na mão, mãe! Pois não. Mas se levarmos algumas notas, já cabem, certo? Pois! E vamos tendo conversas de gente quase grande. E orientam o despertador para tocar todos os dias às oito da manhã.
E vão passar três dias a casa da Tia que mora a dezassete quilómetros da nossa casa. TRÊS noites. Seguidas. E fica uma mãe com o coração apertado. Porque não sabe o que está ele a fazer. E fica uma mãe com as rotinas baralhadas. Porque tomar conta de um filho só,
é bué de fácil. E fica uma mãe toda desorientadinha. Porque sabe que o miúdo está excelentemente bem entregue. Mas não sabe o que é que ele está a fazer. Nem sabe o que ele tomou ao pequeno-almoço.
Temo padecer de um síndrome incapacitante que tolhe as ideias de uma mãe que quer o miúdo de volta.
Uma mulher trá-los a este mundo. E torna-se mãe. Depois eles começam a ganhar asas. E voam. Vão voando. Devagarinho.
Começam a falar. Depois a andar. Depois começam a ler. Livros inteiros. E depois fazem somas e subtrações. E depois já conseguem contar o dinheiro que a fada dos dentes lhes deixou. Trezentos euros e cinquenta, mãe! Epá, a tua fada dos dentes é das boas! Não. São três euros e cinquenta cêntimos, Salvador. Pronto, ainda faz confusão com as centenas e os cêntimos. São palavras parecidas, né? E olha, ó mãe, o dinheiro que os teus óculos novos custam, não cabe na mão, pois não? Depende, filho, depende. Trezentas moedas de euro não cabem na mão, mãe! Pois não. Mas se levarmos algumas notas, já cabem, certo? Pois! E vamos tendo conversas de gente quase grande. E orientam o despertador para tocar todos os dias às oito da manhã.
E vão passar três dias a casa da Tia que mora a dezassete quilómetros da nossa casa. TRÊS noites. Seguidas. E fica uma mãe com o coração apertado. Porque não sabe o que está ele a fazer. E fica uma mãe com as rotinas baralhadas. Porque tomar conta de um filho só,
é bué de fácil. E fica uma mãe toda desorientadinha. Porque sabe que o miúdo está excelentemente bem entregue. Mas não sabe o que é que ele está a fazer. Nem sabe o que ele tomou ao pequeno-almoço.
Temo padecer de um síndrome incapacitante que tolhe as ideias de uma mãe que quer o miúdo de volta.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
António, o utente paciente
Aguardou 1h30 numa sala de espera de um hospital para uma consulta de oftalmologia. E ninguém se sentiu incomodado. Até nos divertimos.
Consulta com prognóstico muito bom. Para já não precisa de óculos. Daqui a um ano se verá.
Qual é o castigo por pregar partidas às criancinhas?
O António tem alguma dificuldade em adormecer às horas em que era suposto.
Ontem, deitei-os um pouco mais cedo porque hoje tinham que se levantar uma hora mais cedo.
Eram 10h15 da noite e o António ainda falava. Sozinho. Porque o irmão já ressonava.
Às 11h, quando fomos para a cama, eu e o pai do blog fomos aconchegar os meninos.
- Meninos, acordem. Já é hora de levantar. - começo eu.
- António... Acorda. Já está na hora. - continua o pai.
Nosso rico filho mais novo abre os olhos. O mais velho nem se mexeu no seu sono profundo.
- António. Anda. Tens de ir ao doutor. Já 'tá na hora. - digo eu.
E o pequeno furacão põe-se de joelhos e senta-se na cama a olhar para nós com um ar de quem tinha passado a noite em claro. Sem dizer uma palavra. Abraça o pai. Pronto. Se estava na hora, estava hora.
O pai volta a deitá-lo e diz:
- Pronto, podes dormir mais um bocadinho.
Ontem, deitei-os um pouco mais cedo porque hoje tinham que se levantar uma hora mais cedo.
Eram 10h15 da noite e o António ainda falava. Sozinho. Porque o irmão já ressonava.
Às 11h, quando fomos para a cama, eu e o pai do blog fomos aconchegar os meninos.
- Meninos, acordem. Já é hora de levantar. - começo eu.
- António... Acorda. Já está na hora. - continua o pai.
Nosso rico filho mais novo abre os olhos. O mais velho nem se mexeu no seu sono profundo.
- António. Anda. Tens de ir ao doutor. Já 'tá na hora. - digo eu.
E o pequeno furacão põe-se de joelhos e senta-se na cama a olhar para nós com um ar de quem tinha passado a noite em claro. Sem dizer uma palavra. Abraça o pai. Pronto. Se estava na hora, estava hora.
O pai volta a deitá-lo e diz:
- Pronto, podes dormir mais um bocadinho.
sábado, 26 de julho de 2014
1ª experience Mais Infinito
Eu e o Salvador fomos com o Centro de Estudos Mais Infinito ter uma autêntica "experience" radical.
Saiam da frente!
Começas a achar que andas cansada quando...
...sais do trabalho depressinha, para ires para casa ter com a família, sacas da chave do carro, diriges-te para a porta do pendura (que o teu carro é muit'a bom e o fecho central é do só do lado do pendura), colocas a chave na fechadura, destrancas o carro, abres a porta (do pendura), entras e sentas-te.
E num instantinho te apercebes de que estás sozinha e és tu que tens de ir a conduzir...
E num instantinho te apercebes de que estás sozinha e és tu que tens de ir a conduzir...
quarta-feira, 23 de julho de 2014
António , o sensível
Limpei a fundo o quarto das crianças. Aproveitei a presença do pai e a ausência das crianças e desmontámos a cama de grades onde o António já não dorme desde abril.
Tudo arrumadinho e uma cama a menos no quarto.
Ao fim do dia, com a chegada do António a casa confesso que nunca mais me lembrei a que a sua ex-cama já não estava no quarto.
Eu na cozinha, no rés-do-chão. Ele na sala, no primeiro andar.
"- Ó MÃE! MÃE! MÃE!"
" - O que foi, António?"
" - ANDA CÁ!"
" - Agora não posso. O que foi?"
" - ANDA CÁ."
" - Agora não posso, que estou a fazer o jantar. O que é que se passa?"
" - ANDA CÁ! ANDA CÁ VER! SÓ ESTÁ AQUI A CAMA DO MEU IRMÃO!"
Saudosista mais lindo da sua mãe.
Tudo arrumadinho e uma cama a menos no quarto.
Ao fim do dia, com a chegada do António a casa confesso que nunca mais me lembrei a que a sua ex-cama já não estava no quarto.
Eu na cozinha, no rés-do-chão. Ele na sala, no primeiro andar.
"- Ó MÃE! MÃE! MÃE!"
" - O que foi, António?"
" - ANDA CÁ!"
" - Agora não posso. O que foi?"
" - ANDA CÁ."
" - Agora não posso, que estou a fazer o jantar. O que é que se passa?"
" - ANDA CÁ! ANDA CÁ VER! SÓ ESTÁ AQUI A CAMA DO MEU IRMÃO!"
Saudosista mais lindo da sua mãe.
O dia em que o meu marido e pai dos meus filhos ia tendo uma "slipampa"
Dia 20 de julho, ao início do serão, encaminhei-me ao hospital com o meu excelentíssimo marido, devido a uma infeção na minha via urinária. Chegados às urgências, fui atendida no espaço de cerca de 20 minutos, muito rápido, portanto.
Entrei no consultoriozinho, onde estava uma muito jovem doutora e expliquei-lhe os meus sintomas galopantes. Rematei com um:
"- A última vez que estive assim foi em dezembro de 2009 e descobri que estava grávida."
A senhora doutora arregalou a vista e olhou para mim muito séria.
"-Ó doutora, não me parece nada que seja esse o caso agora."
A profissional de saúde muito competente, certamente com medo de me receitar um antibiótico que me prejudicasse um feto, decide prescrever um teste de gravidez, juntamente com a análise à bactéria na urina.
Passei para outra sala, a engolir em seco. Eu sabia que não estava grávida, mas....
Sentei-me numa confortável poltrona para uma espera que chegou a perto de três horas. De vez em quando, levantava-me para ir à casa de banho e passava pelo pai dos meus filhos, que continuava cá fora à minha espera.
Numa das vezes, disse-lhe o que se tinha passado dentro do consultoriozinho. E ele riu-me sem vontade. Típico.
O tempo foi passando e chegam-se os 10 primeiros minutos do dia 21 de julho. Levanto-me e vou ter com o meu marido, abeiro-me da sua testa e dou-lhe um beijo ao mesmo tempo que digo:
"- Parabéns."
Ele levanta-se apressado, leva as mãos ao seu couro cabeludo, olha para mim e balbucia.
Não entendo o que diz.
Toco-lhe num ombro para lhe fixar o olhar. E pergunto:
"- O que é que foi?"
" - Então... então..." - balbucia ele.
"-Arménio. É dia 21. Parabéns! Fazes anos hoje!"
Ele estaca e esboça um sorriso.
"-Ah?!"
" - É dia 21. Já é dia 21." - digo eu - "- O que é que foi? Espera. Achavas que estava grávida? AH! AH! AH! AH! AH!" Não consegui conter o riso.
Então tu achavas que te daria uma preciosa notícia dessas no meio de uma sala de espera da área verde de um hospital?
E nunca mais te vais esquecer como começou o dia em que fizeste 35 anos. Tudo por causa de uma bexiga infetada.
Entrei no consultoriozinho, onde estava uma muito jovem doutora e expliquei-lhe os meus sintomas galopantes. Rematei com um:
"- A última vez que estive assim foi em dezembro de 2009 e descobri que estava grávida."
A senhora doutora arregalou a vista e olhou para mim muito séria.
"-Ó doutora, não me parece nada que seja esse o caso agora."
A profissional de saúde muito competente, certamente com medo de me receitar um antibiótico que me prejudicasse um feto, decide prescrever um teste de gravidez, juntamente com a análise à bactéria na urina.
Passei para outra sala, a engolir em seco. Eu sabia que não estava grávida, mas....
Sentei-me numa confortável poltrona para uma espera que chegou a perto de três horas. De vez em quando, levantava-me para ir à casa de banho e passava pelo pai dos meus filhos, que continuava cá fora à minha espera.
Numa das vezes, disse-lhe o que se tinha passado dentro do consultoriozinho. E ele riu-me sem vontade. Típico.
O tempo foi passando e chegam-se os 10 primeiros minutos do dia 21 de julho. Levanto-me e vou ter com o meu marido, abeiro-me da sua testa e dou-lhe um beijo ao mesmo tempo que digo:
"- Parabéns."
Ele levanta-se apressado, leva as mãos ao seu couro cabeludo, olha para mim e balbucia.
Não entendo o que diz.
Toco-lhe num ombro para lhe fixar o olhar. E pergunto:
"- O que é que foi?"
" - Então... então..." - balbucia ele.
"-Arménio. É dia 21. Parabéns! Fazes anos hoje!"
Ele estaca e esboça um sorriso.
"-Ah?!"
" - É dia 21. Já é dia 21." - digo eu - "- O que é que foi? Espera. Achavas que estava grávida? AH! AH! AH! AH! AH!" Não consegui conter o riso.
Então tu achavas que te daria uma preciosa notícia dessas no meio de uma sala de espera da área verde de um hospital?
E nunca mais te vais esquecer como começou o dia em que fizeste 35 anos. Tudo por causa de uma bexiga infetada.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Diário de mim que fui jantar fora sem ter hora para voltar a casa
Pais participantes ativos na festa de Natal da escola primária rumaram ao restaurante para conviver. Depois da espetada e do caldo verde rumaram a um bar onde o karaoke animava o povo.
Cantei, dancei, bebi umas coca-colas, ri que me desmontei toda e até me doer a barriga.
As horas passavam e eu lá ia olhando para o relógio. Chega-se o dia seguinte. Passa-se a primeira hora desse dia. Aproxima-se a segunda hora desse dia e eu a pensar que o marido começava a rosnar (amigável e delicadamente) a perguntar se eu não tenho relógio (que por acaso até tenho. Novinho. Dado no Natal pelo próprio do marido). A segunda metade da segunda hora desse dia a aproximar-se e a consciência a começar a pesar-me. Tenho de me ir embora, pensava eu.
Cantou-se mais uma música e eu disse às meninas com quem ia: - Mais uma e vamos embora. Ok!
Cheguei a casa passava pouco da segunda hora e meia desse dia. Entrei no quarto de mansinho. Despi-me no silêncio. Enfiei-me na cama com o som de um tambor na cabeça. Emanava de mim aquele cheirinho a discoteca que eu já não sentia desde o século passado. A sério. Desde o século passado. Ao meu lado, reinava o silêncio e a calma. Adormeci a custo.
Pela sétima hora desse dia, levantei-me para aliviar a bexiga (a Coca-cola é pior do que a cerveja). O quarto já está iluminado pelas frinchas do estore. Pondero se devo despejar o autoclismo. Não quero fazer barulho para não acordar as crianças. Despejo o autoclismo.
Volto a enfiar-me na cama. Aconchego-me a pensar quantas horas é que ainda vou conseguir dormir e oiço: - Estás a chegar agora?
- Quê? A chegar agora? Ó môr, já é de dia! Achas que eu ia chegar a casa de dia?
- Tu é que disseste que não sabias a que horas vinhas...
- Tá bem, mas... Não me ouviste chegar?
- Ouvi. Eram umas 4 e meia da manhã.
- Quê?
Ok. P'rá próxima já sei qual é a hora do recolher. E estou a fazer conta de a cumprir. Encostei-me ao marido e pensei na maldita bifana que não fui comer com a Márcia e o pequeno João, com a Patrícia, com a Tânia e com a Sónia
Cantei, dancei, bebi umas coca-colas, ri que me desmontei toda e até me doer a barriga.
As horas passavam e eu lá ia olhando para o relógio. Chega-se o dia seguinte. Passa-se a primeira hora desse dia. Aproxima-se a segunda hora desse dia e eu a pensar que o marido começava a rosnar (amigável e delicadamente) a perguntar se eu não tenho relógio (que por acaso até tenho. Novinho. Dado no Natal pelo próprio do marido). A segunda metade da segunda hora desse dia a aproximar-se e a consciência a começar a pesar-me. Tenho de me ir embora, pensava eu.
Cantou-se mais uma música e eu disse às meninas com quem ia: - Mais uma e vamos embora. Ok!
Cheguei a casa passava pouco da segunda hora e meia desse dia. Entrei no quarto de mansinho. Despi-me no silêncio. Enfiei-me na cama com o som de um tambor na cabeça. Emanava de mim aquele cheirinho a discoteca que eu já não sentia desde o século passado. A sério. Desde o século passado. Ao meu lado, reinava o silêncio e a calma. Adormeci a custo.
Pela sétima hora desse dia, levantei-me para aliviar a bexiga (a Coca-cola é pior do que a cerveja). O quarto já está iluminado pelas frinchas do estore. Pondero se devo despejar o autoclismo. Não quero fazer barulho para não acordar as crianças. Despejo o autoclismo.
Volto a enfiar-me na cama. Aconchego-me a pensar quantas horas é que ainda vou conseguir dormir e oiço: - Estás a chegar agora?
- Quê? A chegar agora? Ó môr, já é de dia! Achas que eu ia chegar a casa de dia?
- Tu é que disseste que não sabias a que horas vinhas...
- Tá bem, mas... Não me ouviste chegar?
- Ouvi. Eram umas 4 e meia da manhã.
- Quê?
Ok. P'rá próxima já sei qual é a hora do recolher. E estou a fazer conta de a cumprir. Encostei-me ao marido e pensei na maldita bifana que não fui comer com a Márcia e o pequeno João, com a Patrícia, com a Tânia e com a Sónia
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Ficas a achar que andas a educar bem a criança quando...
... ao sair de casa para a escola, numa manhã que até correu bem, o mais velho diz para o mais novo, numa vozinha delicada:
"- Muito bem, António. Hoje não choraste. Sabes porquê? Porque adormecemos à hora certa. Dormiste o suficiente."
Assim. Tal e qual. Ouvi-lo dizer isto é coisa para me dar um nó na boca do estômago. Raios. Aquilo que lhes dizemos não cai, afinal, em saco roto. Embora às vezes pareça que estamos a falar/gritar para uma porta blindada.
"- Muito bem, António. Hoje não choraste. Sabes porquê? Porque adormecemos à hora certa. Dormiste o suficiente."
Assim. Tal e qual. Ouvi-lo dizer isto é coisa para me dar um nó na boca do estômago. Raios. Aquilo que lhes dizemos não cai, afinal, em saco roto. Embora às vezes pareça que estamos a falar/gritar para uma porta blindada.
Imaginas que deves andar cansada quando...
... sais do quarto com um braçado de roupa para lavar. Entras na casa de banho e levantas o tampo da sanita e atiras com a roupa. Lindo.
Sabes que tens um filho na escola primária quando...
...vais no silêncio da tua viatura, apesar das crianças irem no banco de trás e de repente ouves:
" - Mãe, o que é saldos?".
O miúdo vê a palavra em tudo o que é montra. É normal que sinta curiosidade. Certo?
" - Mãe, o que é saldos?".
O miúdo vê a palavra em tudo o que é montra. É normal que sinta curiosidade. Certo?
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















